http://www.youtube.com/watch?v=iOdtT7BKghk
"Esse odor
Traz tanta SAUDADE,
Mata-me de AMOR,
Dá-me liberdade....."
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
AMIZADES
Se se perderem é porque NÃO eram amizades e muito menos gandes...."
A minha supostamente "melhor" amiga, em pouco tempo, passou de "amiga" a "conhecida".
Sinto uma grande mágoa por isso, mas hei-de sobreviver...
Não sei quantas almas tenho....

Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: >
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
Já tinha SAUDADES de aqui vir.
Prometo tentar ser mais assidua.
Ultimamente a vida não mo tem permitido...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Pensamento do dia....
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Em jeito de reflexão....
Terminado o ano 2009 e as festas o acompanharam (Natal e Passagem de Ano) e agora que tudo está mais calmo e a vida regressa à normalidade, apetece-me fazer uma pequena reflexão sobre o ano que há pouco terminou.
A palavra que se me ocorre e que me parece que melhor o define (relativamente a mim, claro) é que foi um ano de muita ANSIEDADE.
A partir de meados do ano (Maio/Junho) a ansiedade foi imensa:
Ansiedade por não saber o que me esperava,
Ansiedade por não saber como me organizar.
Ansiedade por não saber o que fazer da vida....
Ansiedade pela eminência de uma grande reviravolta em termos de estabilidade...
Mais lá para o fim de Julho, uma grande decepção que se prolongou até hoje: alguém que eu considerava minha AMIGA, decepcionou-me imenso e continua a fazê-lo. Passámos de AMIGAS a meras CONHECIDAS, tudo porque um dia a chamei à atenção sobre determinadas atitudes que estava a tomar que me desagradavam imenso, (até porque na minha perspectiva estava a ser uma má influência para duas jovens na idade em que a sua personalidade está em formação).
Há pessoas que precisam de saber que não são o centro do mundo e que nem tudo gira à sua volta. Não podem ser constantemente o centro das atenções e deveriam deixar de ser tão egoístas..... Na vida temos de lidar com todo o tipo de pessoas e não ser tão elitistas a pontos de magoar e ferir os que estão à sua volta.
Finais de Agosto, decisão final.
A palavra que se me ocorre e que me parece que melhor o define (relativamente a mim, claro) é que foi um ano de muita ANSIEDADE.
A partir de meados do ano (Maio/Junho) a ansiedade foi imensa:
Ansiedade por não saber o que me esperava,
Ansiedade por não saber como me organizar.
Ansiedade por não saber o que fazer da vida....
Ansiedade pela eminência de uma grande reviravolta em termos de estabilidade...
Mais lá para o fim de Julho, uma grande decepção que se prolongou até hoje: alguém que eu considerava minha AMIGA, decepcionou-me imenso e continua a fazê-lo. Passámos de AMIGAS a meras CONHECIDAS, tudo porque um dia a chamei à atenção sobre determinadas atitudes que estava a tomar que me desagradavam imenso, (até porque na minha perspectiva estava a ser uma má influência para duas jovens na idade em que a sua personalidade está em formação).
Há pessoas que precisam de saber que não são o centro do mundo e que nem tudo gira à sua volta. Não podem ser constantemente o centro das atenções e deveriam deixar de ser tão egoístas..... Na vida temos de lidar com todo o tipo de pessoas e não ser tão elitistas a pontos de magoar e ferir os que estão à sua volta.
Finais de Agosto, decisão final.
Afinal nem tudo correu assim tão mal e as coisas puderam organiza-se e tudo seguiu o seu rumo.
No entanto, nova ansiedade: o medo do novo e do desconhecido.
Felizmente tive a sorte de encontrar gente boa, bem disposta, amiga e companheira. Claro que no meio desta gente boa também se encontram algumas “cobras”.... Mas faz parte da vida. Temos de saber lidar com todo o tipo de gente e até agora as coisas têm corrido bem. Evidente que por vezes nos passamos com tanta “miudeza” e tanta “mesquinhice”, mas ainda assim o balanço é francamente positivo.
Chega Dezembro e com ele muitas REVELAÇÕES. Algumas das quais bastante surpreendentes. Valeram pela confiança que tiveram em mim. Independentemente de tudo, ficará sempre o meu carinho e o meu amor.
Aproxima-se também a época natalícia, e como é uma altura de muita SAUDADE para mim (das paisagens, dos cheiros, dos sabores e sobretudo das pessoas) é uma altura do ano de que eu não gosto particularmente.
Além de que esta época pode ser definida em apenas duas palavras: PRENDAS e COMIDA. Perdeu-se o verdadeiro espírito do Natal, e, falo por mim, não sei se alguma vez mais o irei recuperar.
Trata-se ainda de uma altura de BALANÇO (do que foi feito, do que foi dito, e, sobretudo, do que não foi feito e do que ficou por dizer). Ainda não sei que balanço faço eu deste ano que passou, mas tenho o grande defeito de me acomodar às situações... resta-me a ALMA rebelde e um ESPÍRITO sempre em movimento e sempre aberto a novas experiências e novas oportunidades.
Para terminar o ano com “chave de ouro”, tive uma agradável SURPRESA na tarde do último dia do ano que não foi mais do que a confirmação daquilo que o meu coração já sabia.
No entanto, nova ansiedade: o medo do novo e do desconhecido.
Felizmente tive a sorte de encontrar gente boa, bem disposta, amiga e companheira. Claro que no meio desta gente boa também se encontram algumas “cobras”.... Mas faz parte da vida. Temos de saber lidar com todo o tipo de gente e até agora as coisas têm corrido bem. Evidente que por vezes nos passamos com tanta “miudeza” e tanta “mesquinhice”, mas ainda assim o balanço é francamente positivo.
Chega Dezembro e com ele muitas REVELAÇÕES. Algumas das quais bastante surpreendentes. Valeram pela confiança que tiveram em mim. Independentemente de tudo, ficará sempre o meu carinho e o meu amor.
Aproxima-se também a época natalícia, e como é uma altura de muita SAUDADE para mim (das paisagens, dos cheiros, dos sabores e sobretudo das pessoas) é uma altura do ano de que eu não gosto particularmente.
Além de que esta época pode ser definida em apenas duas palavras: PRENDAS e COMIDA. Perdeu-se o verdadeiro espírito do Natal, e, falo por mim, não sei se alguma vez mais o irei recuperar.
Trata-se ainda de uma altura de BALANÇO (do que foi feito, do que foi dito, e, sobretudo, do que não foi feito e do que ficou por dizer). Ainda não sei que balanço faço eu deste ano que passou, mas tenho o grande defeito de me acomodar às situações... resta-me a ALMA rebelde e um ESPÍRITO sempre em movimento e sempre aberto a novas experiências e novas oportunidades.
Para terminar o ano com “chave de ouro”, tive uma agradável SURPRESA na tarde do último dia do ano que não foi mais do que a confirmação daquilo que o meu coração já sabia.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
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